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O cristão pode e deve se envolver na política como cidadão responsável, buscando justiça, defendendo os vulneráveis e promovendo o bem comum. Isso faz parte do testemunho ético no mundo. O limite é claro: política não salva, líderes não são messias e ideologias não substituem o evangelho.
Já a igreja como instituição não é partido, nem palanque. Sua missão não é fazer campanha, mas anunciar o Reino de Deus. Ao mesmo tempo, a igreja não é neutra: ela é profética — denuncia injustiças, defende a vida e forma consciências, sem se tornar partidária.